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sábado, 25 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Birra - arma de manipulação
Sentar no chão e espernear, chorar incessantemente, berrar, xingar, bater, chutar e tentar de qualquer forma conseguir o que quer. Esse é o comportamento de muitas crianças que se utilizam da birra como arma para manipularem os pais.
Se você sofre com isso, saiba que não é a única.Cada vez que uma criança ouve um não, se não está acostumada, vai tentar contornar a situação - desencadeando desagradáveis situações e levando os pais ao desespero. “Não se deve dar crédito ao que o filho pede usando a birra como instrumento de conquista. Deve-se deixar bem claro que, enquanto ele estiver agindo assim, não conseguirá nada, apenas prorrogará uma situação desagradável para todos”, afirma a psicóloga e terapeuta familiar Marina Vasconcellos.
Para os pais, a parte mais difícil de controlar uma crise de birra é ter que dizer não. E isso, normalmente, causa mais revolta e dor de cabeça. Para não prolongar a situação, os pais acabam cedendo à vontade dos filhos, passando o controle às mãos da criança. “Quando o ‘não’ tem que ser dito, é preciso bancar. As birras certamente devem ser cortadas e não incentivadas. Os filhos precisam saber que quem tem a autoridade e a palavra final são os pais, e não eles. Portanto, se a intenção é cortar as birras, o melhor a fazer é realmente não se deixar levar por elas”, alerta a profissional.
Para sair dessa enrascada, Marina propõe uma pequena solução: trocas. Se você der alguma coisa em troca do silêncio e da obediência da criança ela percebe que sempre que tiver que fazer um escândalo para conseguir algo, sairá perdendo de alguma outra forma. “O filho não pode sair da situação achando que venceu os pais, pois isso o alimentaria a continuar com seu comportamento birrento. Ele deve sentir que quando faz isso, perde algo”, ressalta.
Para explicar que essas atitudes não são bem vistas, a psicóloga indica o diálogo. Ter uma conversa franca, deixando claro quem manda, dando exemplos e ensinando a elas que não é assim que se consegue algo é uma boa pedida.
Agora, quando a situação sai do controle e os pais não acham alternativa, o castigo pode funcionar. “Se ela não entende apenas com o diálogo, o castigo vai forçá-la a perceber que aquele comportamento não é bem vindo e traz consequências ruins. A criança deve, desde cedo, sentir e assumir a responsabilidade pelos atos que pratica, e o castigo é um meio de fazê-la dar-se conta disso”
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Manipulando fantoches de mão
Os fantoches de mão são os mais fáceis de manusear para o manipulador iniciante.
Antes de você usar o fantoche, trabalhe primeiramente os movimentos das mãos, dos pulsos e dos dedos. Dominando os movimentos básicos, passe para os mais avançado.
Manipulando bonecos -a - A cabeça do boneco deve ser mantida levemente inclinada para que a platéia possa ver os olhos do boneco.
b - No ato de falar, os movimentos dos dedos e dos pulsos do manipulador devem coincidir com as palavras do diálogo.
c - Sempre que começar um diálogo termine-o com boca fechada.
d - Ao fazer o boneco dialogar movimente o pulso para ambos os lados para dar movimento ao boneco enquanto este fala.
Trabalhando a voz para os fantoches -- Comece usando sua voz normal. Quando estiver seguro experimente usar uma voz diferente.
- A voz de um fantoche deve combinar com o seu caráter, uma formiga e um elefante não pode ter a mesma voz.
- Quando houver dois fantoches em cena trabalhe tons contrastantes (tom baixo, alto, grave, agudo.).
- Desenhos animados são ótimas referências para se buscar tipos diferentes de vozes.
- Para se ter mais segurança na voz e na manipulação, decore um texto.
Dicas para uma boa manipulação
- Os fantoches devem ser mantidos na posição vertical, não incline os fantoches.
- Cada movimento deve ter um significado, evite movimentos sem razão.
- Quando dois fantoches estiverem em cena devem estar com os olhos no mesmo nível.
- Os bonecos que não estiverem falando, podem concordar ou discordar, sempre participando da cena, nunca parado e sem movimento.
- Trabalhe reações e emoções com os bonecos.
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