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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Criatividade para ensinar



Eu te pergunto, se você ouvisse a história bíblica de Josué e as muralhas de Jericó e em seguida fosse proposto a você e seus coleguinhas montar uma maquete da cidade com os muros destruídos, utilizando todo tipo de sucatas, tinta, colas coloridas... ou lhe entregassem só uma “folhinha” com a cena da história para você pintar, qual atividade você escolheria????
Que os momentos que passamos com as crianças na escola bíblica dominical, em classe, sejam de alegria, crescimento, desenvolvimento, que tudo seja feito para a glória de Deus e benção na vida (global) da criança.
“E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens”. Lucas 2:52.
Pare um pouco para pensar, amado professor, o que tem nos faltado? Criatividade, inspiração, habilidade, ensino? Seja o que for, a solução começa em nós mesmas com a DISPOSIÇÃO, e o mais Jesus fará. Temos a solução, ore e medite na palavra de Deus em Êxodo 31:1 a 6 e você encontrará a resposta.
“... Se podes! Tudo é possível ao que crê. ( Marcos 9:23)

Claudia Guimarães

sábado, 25 de outubro de 2014

Aprenda sobre o Halloween e decida...


SIMBOLISMO E SUAS ORIGENS :
Definição: "Hallowed" é uma palavra do Inglês antigo que significa "santo", e "e’en" também de origem inglesa significa "noite", então o significado é "Noite Santa" ou "All Hallows Eve", "Noite de Todos os Santos".O dia 31 de outubro não é uma escolha por acaso. Para os druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain voltava com os espíritos dos mortos. Eles precisavam ser apaziguados ou agradados; caso contrário, os vivos seriam ludibriados. Acendiam-se enormes fogueiras nos topos das colinas para afugentar os espíritos maus e aplacar os poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Recentemente alguns imigrantes europeus, de um modo especial os irlandeses, introduziram o Halloween nos Estados Unidos. No final do século passado, seus costumes se haviam tornado populares. Era ocasião de infligir danos às propriedades, e consentir que se praticassem atos diabólicos não tolerados noutras épocas do ano.
DRUIDAS
Estes eram membros de um culto sacerdotal entre os celtas na antiga França, Inglaterra e Irlanda que adoravam deuses semelhantes aos dos gregos e romanos, mas com nomes diferentes. Pouco se sabe sobre eles, pois os sacerdotes passavam seus ensinamentos apenas oralmente jurando e fazendo jurar segredo. Algumas práticas porém são conhecidas. Eles moravam nas florestas e cavernas, e diziam dar instruções, fazer justiça e prever o futuro através de vôo de pássaros, do fogo, do fígado e outras entranhas de animais sacrificados. Os druidas também ofereciam sacrifícios humanos e tinham como sagrados a lua, a "meia-noite", o gato, o carvalho, etc. Os druidas foram dizimados pelos romanos na França e Inglaterra antes do final do primeiro século, mas continuaram ativos na Irlanda até o quarto século.
BRUXAS E FANTASMAS
Os antigos druidas acreditavam que em uma certa noite (31 de outubro), bruxas, fantasmas, espíritos, fadas, e duendes saiam para prejudicar as pessoas.
LUA CHEIA, GATOS E MORCEGOS
Acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. Acreditava-se que as bruxas podiam transferir seus espíritos para gatos, então acreditava-se que toda bruxa tinha um gato. O gato era tido como "um espírito familiar" e muitos eram mortos quando se suspeitava ser uma bruxa. Os druidas também tinham os gatos como animais sagrados, acreditando terem eles sido seres humanos transformados em gatos como punição por algum tipo de perversidade. Representavam portanto seres humanos encarnados, espíritos malvados, ou os "espíritos familiares" das bruxas. O morcego, por sua habilidade de perseguir sua presa no escuro, adquiriu a reputação de possuir forças ocultas. O mamífero voador também possuía as características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). No período medieval acreditava-se que demônios transformavam-se em morcegos.
CABEÇAS DE ABÓBORA (“JACK-O-LANTERNS”)
A lanterna feita com uma abóbora recortada em forma de "careta", veio da lenda de um homem notório chamado Jack, a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e no inferno, por pregar peças no diabo. Condenado a perambular pela terra como espirito até o dia do juízo final, Jack colocou uma brasa brilhante num grande nabo oco, para iluminar-lhe o caminho através da noite. Este talismã (que virou abóbora) simbolizava uma alma condenada.
"TRAVESSURAS OU DOCES – “TRICK OR TREAT”
Acreditava-se na cultura celta que para se apaziguar espíritos malignos, era necessário deixar comida para eles. Esta prática foi transformada com o tempo e os mendigos passaram a pedir comida em troca de orações por quaisquer membros mortos da família. Também neste contexto, havia na Irlanda a tradição, que um homem conduzia uma procissão para angariar oferendas de agricultores, a fim de que sua colheitas não fossem amaldiçoadas por demônios. Uma espécie de chantagem, que daí deu origem ao "travessuras ou doces" "Trick or Treat".
AS MÁSCARAS E FANTASIAS
As máscaras têm sido um meio de supersticiosamente afastar espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação com o mundo dos espíritos. Também em outras culturas pessoas tem usado máscaras para assustar demônios que acreditavam trazer desastres como epidemias, secas, etc. Grupos envolvidos com magia negra e bruxaria também usam máscaras para "criar uma ligação" com o mundo dos espíritos.
AS FOGUEIRAS
A palavra inglesa para fogueira (de acampamento, festas, etc.) é "Bonfire". Alguém pode até pensar que quer dizer "fogo bom", mas na verdade vem de "Bone" (osso) + "Fire" (fogo). Nas celebrações da "Vigília de Samhain" nos dias 31 de outubro, os druidas acreditavam poder ver boas coisas e mal agouros do futuro através do fogo. Nestas ocasiões, os druidas construíam grandes fogueiras com cestas de diversos formatos e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Observando a posição dos corpos em chama, eles diziam ver o futuro. Mais tarde, mulheres, crianças, filósofos e cientistas foram "assados" vivos por católicos, calvinistas e luteranos.
AS CORES LARANJA E PRETA
Elas estiveram ligadas a missas comemorativas em favor dos mortos, celebradas em novembro. As velas de cera de abelha tinham cor alaranjada, e os esquifes eram cobertos com tecidos pretos.
O HALLOWEEN HOJE
O Halloween tem outros aspectos negativos além de sua herança pagã arraigada na bruxaria e sua ênfase sobre o diabo e as trevas. Alguns vândalos estão mais interessados em brincadeiras de mau gosto do que em festas. Há vários casos de criminosos e loucos distribuindo balas envenenadas ou guloseimas contendo agulhas ou lâminas. Todavia, tais associações com o mal não indicam que os pais que permitem celebrações do Halloween estejam colaborando com o diabo. Mas seria difícil você pensar numa virtude positiva nos festejos do Halloween. Seu simbolismo envolve demônios, fantasmas, morte, trevas, esqueletos, medo e terror.
O QUE A BÍBLIA DIZ:
Sobre o culto ao medo: II Tim.1:7
Sobre um dia especial do mal: Salmos 118:24
O que Deus pensa dessa práticas e seus praticantes: Deut.18:9-14; Isa. 8:19; Lev. 19:26, 31; 20:6-8; 20:27;
Sobre as chantagens da esmola: Salmos 37:25 No Novo Testamento: Gal. 5:19-21; Apoc. 21:8; 22:15
Nossa resposta: Rom. 12:2; I João 4:4; Efés. 6:12; I Pedro 5:8-9; II Cor. 2:11
TIRE SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES:
Nos Estados Unidos foram proibidas as orações públicas. O princípio do sectarismo tirou das escolas a celebração do Natal. Mas o Halloween permanece. O abrigo de gatos de Chicago tem uma procura muito grande de gatos pretos durante os festejos de Halloween. Temendo que os gatos estivessem sendo usados em rituais macabros pelos que se auto-proclamam bruxos, a Sociedade Protetora de Animais excluiu a adoção durante essa temporada. No Brasil e no mundo estão aparecendo pessoas se auto-intitulando bruxos. Simbolismo apenas? Há algum significado? Há alguma importância? Há alguma influência?
Deve uma igreja acolher tais festividades? Deve um crente participar de tais festividades? Hoje, mais e mais casos de sacrifícios humanos ocorrem no mundo ocidental justamente nesta época. Não estaríamos nós celebrando a injustiça que tanto desagrada a Deus? (Isaías 6.7-8). O assunto não é algo de extrema importância. É simplesmente algo que devemos nos colocar a par para um posicionamento ético quando alguém nos perguntar sobre a questão

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Manipulando fantoches de mão

Os fantoches de mão são os mais fáceis de manusear para o manipulador iniciante.
Antes de você usar o fantoche, trabalhe primeiramente os movimentos das mãos, dos pulsos e dos dedos. Dominando os movimentos básicos, passe para os mais avançado.

Manipulando bonecos -a - A cabeça do boneco deve ser mantida levemente inclinada para que a platéia possa ver os olhos do boneco.
b - No ato de falar, os movimentos dos dedos e dos pulsos do manipulador devem coincidir com as palavras do diálogo.
c - Sempre que começar um diálogo termine-o com boca fechada.
d - Ao fazer o boneco dialogar movimente o pulso para ambos os lados para dar movimento ao boneco enquanto este fala.
Trabalhando a voz para os fantoches -- Comece usando sua voz normal. Quando estiver seguro experimente usar uma voz diferente.
- A voz de um fantoche deve combinar com o seu caráter, uma formiga e um elefante não pode ter a mesma voz.
- Quando houver dois fantoches em cena trabalhe tons contrastantes (tom baixo, alto, grave, agudo.).
- Desenhos animados são ótimas referências para se buscar tipos diferentes de vozes.
- Para se ter mais segurança na voz e na manipulação, decore um texto.
Dicas para uma boa manipulação
- Os fantoches devem ser mantidos na posição vertical, não incline os fantoches.
- Cada movimento deve ter um significado, evite movimentos sem razão.
- Quando dois fantoches estiverem em cena devem estar com os olhos no mesmo nível.
- Os bonecos que não estiverem falando, podem concordar ou discordar, sempre participando da cena, nunca parado e sem movimento.

- Trabalhe reações e emoções com os bonecos.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Por que nem todos professores se tornam mestres?

Ser mestre é encantar, surpreender, transformar. É ensinar com autoridade e envolvimento. Como fez o Mestre Jesus. O ensino de Jesus era a encarnação de Pv 15.2 pois, “suas palavras sábias tornavam o ensino atraente.”

Jesus ensinava envolvendo, levando as pessoas a experimentarem as verdades que apresentava. (Lucas 9.10-17; 10.1-12, 28,36,37; Mt 14.22-36). O Mestre ensinava encantando e com autoridade (Mc 1.21, 22); pois sempre fazia o que agrada ao Pai e falava exatamente o que o Pai lhe ensinou (Jo 8,28,29). O mestre atraía as multidões, “ninguém jamais falou como aquele homem” (Jo 7.46). Jesus deixava a multidão maravilhada com seu ensino (Mc 11.18b). A grande multidão o ouvia com prazer e admiração (Mc 12.37b; 6.2). Mas, como ensinar assim hoje?
É preciso tornar o ensino mais atraente e dinâmico com ênfase em transformação de vida. Mas só evolui quem quer: ninguém pode ser forçado a melhorar, a adotar novas posturas, a servir de modo diferente, a buscar sua plena realização no desempenhar seus dons e funções. Quem se fechar numa redoma, seguirá pela vida afora com as mesmas imperfeições e erros de sempre.
Como professor, quanto mais você abrir sua mente, mais vai aprender a ensinar aos outros a importância de aprender.”
O segredo é aprender sempre. Aprender a ensinar de maneira dinâmica e viva. Métodos de ensino que aliados ao conhecimento e a vivência produzirão muitos frutos.
Administrar a formação contínua é uma competência indispensável ao desenvolvimento. Investir na capacitação. Acreditar no potencial de crescimento do ser humano através da busca de conhecimentos e do treinamento adequado, e temos um privilégio maior: um forte amor ao ensino.
Agarre-se a todas as oportunidades de ser um educador melhor. Aprenda para ensinar como Jesus de maneira simples e atraente. Encante, surpreenda, transforme! Lembra-se? Só evolui quem quer: você quer ser professor ou mestre?

*Howard Gardner – Psicólogo e professor da Universidade de Harvard, autor do livro Inteligências Múltiplas.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Métodos para uma aula

Contar histórias - Métodos
Ao escolher um método, comece por analisar a história e qual o seu objetivo.
Em geral use:
Narração: quando a história tem um enredo simples e elementos familiares.
Participação ou cantos: quando você tem partes que se repetem frequentemente e/ou frases engraçadas
Material visual: quando a história for complicada ou contiver elementos desconhecidos.
Histórias caracterizadas: teatro, fantasias ou um único boneco. Quando o envolvimento ou o teatro ajudam a enfatizar a mensagem da história ou para facilitar a expressão de sentimentos e pensamentos interiores.
Dramatização: quando se quer ilustrar uma aplicação da mensagem ou se tem muitos personagens de igual importância.
Outras possibilidades são:
Ler a história diretamente para as crianças. Ao se preparar leia a história diversas vezes e pelo menos uma vez em voz alta. Ao ler para as crianças seja tão animado como se estivesse contando-a; leia devagar e olhe nos olhos das crianças..
"Vamos fazer de conta" muito bom para explorar atos e suas consequências
Contar uma experiência; algo que aconteceu a você, e de preferência que não te coloque como um "bom" exemplo
Discussão / perguntas e repostas Para crianças mais velhas; lembre-se que uma história bíblica não é uma palestra.

Métodos Envolventes:
História participativa. Como quando um mágico usa alguém da platéia (crianças guardam 60% do que fazem, 30% do que vêem e apenas 10% do que escutam).
Coros, cantos e histórias com eco. O professor combina com as crianças uma frase ou atitude a qual elas devem responder com uma palavra ou gesto específico. Ou faça com que as crianças criem os efeitos sonoros de acordo com a história sempre que você indicar. É impressionante a quantidade de coisas que eles memorizam assim.
Pantomima: É especialmente eficaz com grupos pequenos de crianças menores, em que eles "participam" na história ao representar.
Teatralizando: apos contar rápida e resumidamente a história deixe as crianças se tornarem os personagens.
Jogo de personificação: cada criança assume um personagem e deve reagir as situações que você apresenta.

Métodos visuais:
Histórias em sequencia: a medida que a história evolui, use uma série de figuras para ilustrá-la. Livros de colorir são boas fontes de material; Cuidado com: temporização (para que as figuras não sejam apresentadas antes do fato), controle o interesse do grupo e não distraia a atenção deles dos pontos importantes.
Quadros de Figuras ou palavras: A chave aqui é o elemento surpresa (o que será acrecentado depois?)
Figuras misteriosas: a medida que a história é contada vá desenhando uma série de linhas e formas sem sentido até que as linhas se formem objetos reconhecidos que dão ênfase a partes da história. (Simplifique o trabalho fazendo os traços a lápis, bem claro, antes. Certifique-se que o quadro e o desenho são grandes o suficiente para ser vistos por todos. Falar e desenhar ao mesmo tempo é mais complicado que parece; conheça bem a história e pratique antes).
Acrósticos: podem ser usados durante a lição preenchendo com as palavras no correr da história. (ex. escreva JESUS no quadro; a medida que a história continua escreva: José no J de Jesus, Esteve no E de Jesus, etc...
Flanelógrafo: Muito útil se a sequencia, movimento e relacionamentos são importantes para a história.
Métodos visuais são especialmente importantes se objetos desconhecidos são parte da história. As vezes é melhor apresentar os objetos antes da história para evitar confusão durante a narrativa.
Outros métodos visuais incluem modelagem, dobraduras, quadros de giz, mapas...

Métodos dramáticos
Ao contar uma história, lembre-se que suas expressões faciais e gestos são tão importantes como o tom e o som da sua voz. Aprenda a exagerar emoções, desenvolva diferentes vozes e personalidades, conte histórias em "bumerangue", isto é você dialoga com você mesmo.
História narrativa. O professor assume a postura de observador / testemunha, até as vezes usando uma fantasia. Ajude as crianças a "estar lá" com você, ver através dos seus olhos.
Esquetes ou quadros vivos. A história toda ou partes são encenadas.
Entrevista: onde o professor entrevista um personagem convidado (requer 2 pessoas ou você e 1 boneco)
Bonecos e fantoches. Existem diversos tipos de fantoches. Os mais simples podem ser feitos a partir de uma meia ou saco de papel ou simplesmente recortando silhuetas e colando-as a palitos de picolé.Cada fantoche deve ter uma personalidade clara (ex. nervoso, tímido, orgulhoso.. ) e também uma voz que não devem mudar durante a história.Não use fantoches apenas para narrar a história, Converse com o boneco ou faça com que atuem.Tome cuidado ao usar fantoches em um teatro, para que eles não caiam da cena, a medida que seus braços cansem e para que sua voz alcance a platéia. Cuidado com movimentos fora de sincronia, diálogos muito complexos e excesso de objetos e cenários. Mantenha contato visual (olhar) entre os fantoches e entre fantoches e crianças.

Cuidados gerais:
Atente para moralização: Nós estamos tentando comunicar o amor de Deus para pecadores e não morais ou "faças" e "não faças". Não confunda o evangelho com a sabedoria da idade ou conselhos paternais.Atente para possíveis erros de interpretação dos objetivos da lição. Cuide para não pegar as histórias literalmente ou carregá-las com outras conotações em detrimento da mensagem.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Como contar histórias para crianças


Por que contar história?
Contar histórias é um meio muito eficiente de transmitir uma ideia, de levar novos conhecimentos e ensinamentos. É um meio de resgatar a memória. Todo bom contador de histórias deve ser também um bom ouvinte de si mesmo, do mundo e de outras pessoas. O contador deve ser sensível para ouvir e falar. Contar simplesmente porque gosta de contar. O narrador deve estar ciente de que o importante é a história.
As crianças gostam de ouvir seus avós, pais, etc. contando histórias bíblicas, de fadas, da vida deles mesmos e de quando eram crianças. É preciso fazer uma seleção do que contar, levando-se em conta o interesse do ouvinte, a sua faixa etária e a lição que quer trazer ao ouvinte. Alguns pontos precisam ser considerados em cada faixa etária:
• 3 a 4 anos – idade do fascínio: Os textos devem ser curtos e atraentes, pode-se usar gravuras de preferência grandes. Histórias que tenham bichos, brinquedos e objetos e usem expressões repetitivas.
• 5 a 6 anos – idade realista: Histórias da vida real, falando do lar etc. Os textos devem ser curtos e ter muita ação, o enredo deve ser simples. Até os 6 anos a criança gosta de ouvir a mesma história várias vezes.
• 7 a 9 anos – idade fantástica: Gosta de histórias de personagens que possuem poder, histórias de aventuras, humorísticas e vinculadas à realidade.
• 10 a 12 anos – idade heróica: Narrativas de viagens, explorações, relatos históricos e preocupação com os outros e fábulas.
Como trabalhar uma história?
• Selecionar – Procurar dentro daquilo que se quer ensinar ou de acordo com o contexto da aula que será dada; pesquisar até encontrar algo que toque o contador de maneira especial. Se for uma história que já veio no material, leia várias vezes buscando encontrar nela algo especial que toque o contador, porque é só assim que ela será transmitida autenticamente ao público.
• Recriar – Não se deve pegar uma história e contá-la como vem escrita, é preciso passá-la para a linguagem oral. Saiba contar a história e não apenas decorá-la.
• Ensaiar– não se deve repetir nem exagerar nos gestos e movimentos. A voz deve ser aquecida para garantir um tom adequado; O olhar deve ser dirigido para todos os lados e para todos os ouvintes; Corrigir os vícios de linguagem, tais como: então, né, daí e outros.
• Estrutura – deve seguir estas 4 fases:
1. Introdução: deve ser rápida, interessante apresentando os personagens sem divagação. Ex: há muito tempo, era uma vez…
2. Desenvolvimento: são contados os fatos essenciais com bastante ação.
3. Clímax: ponto de maior emoção da história.
4. Conclusão: Aqui você deve ter maior atenção, pois na conclusão é que transmitimos a lição, o ensinamento para quem ouve.
A preparação do ambiente é necessária?
A preparação do ambiente é muito importante. Se o contador está numa sala de aula, deve fazer algo que mostre que naquele momento será contada uma história, chamando assim a atenção dos ouvintes para o momento. Como? Usando um objeto sobre a mesa ou um lenço jogado no ombro etc. O contador deve se prevenir contra ruídos e interrupções. Enfim, encontrar uma posição agradável.
Quais são os elementos necessários para se contar uma história?
Os seguintes elementos são fundamentais na contação de histórias:
• Emoção – O contador deve gostar do que faz e do que vai contar; deve antes navegar na história para depois transmiti-la.
• Expressão – é muito importante, o olhar deve transmitir o que está sendo falado, daí a importância de olhar para todos os ouvintes. Você pode se expressar durante a história com música, barulhos de objetos, com o corpo, tudo que deixe a história mais atrativa, mas sem exageros.
• Improvisação – Caso o contador se esqueça de uma parte da história, deve encontrar um modo de continuá-la, por isso a importância de saber o esqueleto da história e não decorá-la.
• Espontaneidade – O conhecimento da história oferece ao contador segurança, naturalidade, desibinição e espontaneidade para a contação.
• Credibilidade – O contador não deve denunciar o seu erro.
• Voz – é um elemento dramático e essencial; é o instrumento de trabalho do contador. Por isso deve observar o seguinte:
1. Altura – muito bem calculada para caracterizar os personagens.
2. Volume – é a variação entre forte e fraco, mostrando as emoções dos personagens.
3. Ritmo – é a variação de velocidade.
4. Pausa – é o silêncio no meio da fala, para dar o clima de suspense, mas não pode comprometer o significado das frases.
Procurar usar palavras de fácil compreensão para o público ouvinte.
Quais as formas para se apresentar uma história?
• Simples narrativa – É a mais fascinante de todas as formas, a mais antiga, tradicional e autêntica expressão do contador de histórias.
• Histórias narradas com auxílio do livro - Narrar com o livro, não ler a história. O narrador deve saber a história e vai contando com suas palavras. O livro fica aberto voltado par as crianças, à altura de seus olhos. As páginas são viradas vagarosamente para que elas possam ver as gravuras
• Com gravuras - Através delas as crianças observam detalhes que contribuem para a organização dos pensamentos e de criação.
• Com fantoches - São um convite a imaginação da criança, do jovem e do adulto. Pode-se também ensinar a criar fantoches e através dele contar cada um a sua história.
• Flanelógrafo - O personagem entra e sai de cena.
• Painéis, recortes, carimbos ou dobraduras
O recurso utilizado irá depender do número de ouvintes e do espaço físico que está disponível. Para cada situação um recurso que melhor se encaixe com o público ouvinte.
Quais atividades podem ser desenvolvidas a partir da história?
• Dramatização: após o término da história, reúna as crianças para juntos encenarem o que acabaram de ouvir.
• Trabalhos manuais: Recortes, dobraduras, colagem, pintura, atividades manuais que lembrem o que foi contado.
• Brincadeiras, jogos e atividades que complementem o ensino passado.
fonte:http://www.evangelizabrasil.com/2009/04/14/a-arte-de-contar-historias/

domingo, 22 de novembro de 2009

A criança especial na Igreja


Jesus ama a todas as crianças e quer salvá-las, não perca este seminário, participe com toda a sua equipe do ministério infantil, convide os pais.

É tempo de alcançar as crianças especias e trazê-las para a casa do Pai, elas são muitas, mas não estão em nossas igrejas, abra o seu coração...

LOCAL - Igreja do Nazareno em Mesquita

DATA - 27 de Fevereiro de 2010

HORÁRIO - 13: 30 horas

O preparo e orientação para os professores do ministério infantil é fundamental, não sabem o que fazer e como fazer na aula bíblica com a criança especial. Cada deficiência demanda um preparo específico, como incluir na classe da escola bíblica dominical, uma criança deficiente visual, com síndrome de down ou uma criança paraplégica ou surda?

Estas e outras questões sobre a criança excepcional precisam ser discutidas na igreja hoje, não podemos fazer de conta que não existem e ignorarmos como tem acontecido ainda hoje, pleno século XXI. Jesus jamais ignorou, ele teve compaixão, estendeu a mão, abençoou, curou. Somos o seu reino aqui na terra, embaixadores de Cristo Jesus, e não podemos lançar fora nenhuma criança, mesmo sendo uma criança especial. Jesus morreu por elas também Não importa se com limitações ou sem elas, pois dos tais é o reino dos céus....

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Receba de Deus o verdadeiro chamado ministerial


Neste início de século, nos deparamos com um dilema bem antigo e ao mesmo tempo tão atual. Ministério com crianças na igreja. Quantos professores e em tantas igrejas, não sabem ao certo o que são, porque estão exercendo tal função, ou quem me chamou para estar ali?

Quem trabalha com crianças na igreja ou em qualquer outro lugar, primeiramente necessita de um queimar no seu coração pois é chamado por Cristo para este ministério. Não é uma ocupação domingueira, não é uma falta de opção e sim um compromisso com vidas infantis, um ministro de Deus para pastorear e formar espiritualmente esta geração.

Tenho presenciado o descaso com este ministério nestes dias, o coração de Deus está dolorido de ver tantas crianças sofrendo , famintas dentro e fora de muitas igrejas, não estão nas mãos de servos compromissados, preparados e chamados por Deus para este ministério.

Abramos o nosso coração para receber de Deus o verdadeiro chamado ministerial com crianças, Deus está a procura de servos e servas dispostos a cumprir com amor e seriedade este chamado, que para Deus, não é inferior a qualquer outro ministério, pelo contrário, quem não se tornar como um destes pequeninos , não entrará no Reino dos céus, eis a nossa referência, as crianças são preciosas para Deus, não serve qualquer um para ser ministro na vida dos seus pequeninos, tem que ser um ungido do Senhor.
Deus diz em sua palavra o que você é na obra com vida de crianças: " você é propriedade exclusiva de Deus, um sacerdote real, chamado para proclamar a Jesus, resgatando as crianças das trevas para sua maravilhosa luz. I Pedro 2:9 (Leia e medite neste versículo)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Se ligem "tios"


Ensinar é primeiro "ser" e depois "transmitir". Os "tios" que não vivem o que ensinam, que não sentem gratidão em pouco tempo desistirão, porque não irão ver frutos no que fazem;
Como lidamos com crianças é importante o que dizemos. Nossas palavras devem ser sempre cheias de amor e graça. Toda autoridade e correção devem ser feita com muito amor;
Nunca pense que as crianças não estão ouvindo o que está sendo dito;
Se a "tia" ou o "tio" forem severos demais com uma criança que é desobediente, isso será um motivo a mais para a criança bagunçar. Porém, se forem carinhosos com a criança "problemática", ela sentirá carinho pelos tios e terá vergonha de desobedecer aqueles que o tratam bem.
Se os "tios" ficarem perdidos durante a sua aula, as crianças terão vontade de conversar, bagunçar, elas ficarão dispersas, por isso é muito importante, preparar sua aula de maneira criativa e dinâmica, sempre com a orientação do Espírito Santo.
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